domingo, 30 de setembro de 2012

Ultrassom 12 Semanas

No dia 28/09/12, foi realizado mais um ultrassom, este tinha a finalidade de verificar a translucência nucal, exame que visa diagnosticar a síndrome de down, e o resultado foi de que as probabilidades são remotas.
Neste exame já dá para verificar o sexo, mas certeza mesmo só se fosse menino, como não deu então a chance de ser menina é de 90%, certeza mesmo só no próximo ultrassom, o que deve ocorrer com 16 semanas.  O médico que realizou o exame disse que na opinião dele é menina, mas que não comprássemos nada ainda na cor rosa.


sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Hoje poderemos ter novidades

Hoje faremos mais um ultrasom, e se o bebê cooperar descobriremos o sexo. 
Muita gente tem nos perguntado se já sabemos se é menino ou menina. Acredito que os parentes e amigos estão mais curiosos do que eu e o Carlão. Quem sabe não matamos a curiosidade de todos hoje.

A grande maioria aposta em menino. Quem nos conhece, provavelmente é induzido a menino pelo fato de o Carlão ter tido duas meninas. Mas, o interessante é que até quem não nos conhece aposta em menino. Tenho ouvido tanto essa previsão, que acho que muita gente vai se decepcionar se vier menina.

A última previsão foi da antiga dona do apartamento que estamos comprando. Ela pediu pra tocar minha barriga, tocou, e disse "é menino! e olha que eu nunca erro!".  Um colega da empresa falou a mesma coisa, mas sem tocar a barriga. 

E essa semana outras duas pessoas falaram que como não estou me incomodando muito com enjôos e essas coisas de gravidez, é porque é menino, dizem que gravidez de menina, a mãe sofre mais. Acho que é crendice, mas serve de argumento para as pessoas darem seu palpite!

Bom... hoje quem sabe descobriremos!

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Roupas Novas



Como já comentado em outras postagens, a barriga já não é a mesma, e as minhas calças não estavam mais me olhando com aquele amor de antes. Eu já estava sentindo que tinha algo atrapalhando a nossa relação, então fui tentar resolver esse problema.


Primeiro usei um truque que aprendi com a mãe: Usar um elástico de cabelo entre o botão e a casa da calça. Isso me aliviou enquanto não conseguia resolver o problema definitivamente.


Um sábado fomos eu e o Carlão para o shopping atrás de calças de gestantes. Encontrei em uma loja apenas, e não gostei. Uma delas ficou boa, mas ficou justa no quadril (do tipo uau!), mas imagino que meu quadril vá aumentar ainda, pois estava com 2 meses apenas e se comprar agora em um mês posso ser obrigada a parar de usar. Uma outra ficou larga demais, desconfortável para usar agora. E todas tinham os mesmos 2 defeitos: Sem bolso (acho que vou ter que me acostumar com isso, pois pelo que me falaram calça de gestante é assim mesmo), e sem zíper (isso mesmo, sem zíper, sem velcro, tem o espaço do zíper, mas só tem o botão mais acima. Então todos os modelos que provei abriam nesse espaço onde era para estar o tal zíper, inclusive a calça que ficou larga). Não ficou bom, então não comprei. 


A segunda tentativa foi ir em uma costureira, para colocar a tal barrigueira nas calças que eu já tenho. Assim, não preciso investir em calças novas. Lá descobri que a barrigueira é colocada no lugar do cós. Se retira o cós e costura uma lycra ou coisa parecida no lugar. Então em casa, fui provar todas as minhas calças pra achar as que ficariam confortáveis do cós para baixo. Resultado: Nenhuma! A anos que não compro mais calças de cós baixo. Mais precisamente desde que comecei a ganhar a minha "barriguinha de chopp". O cós baixo divide a barriga no meio e fica aquela marca horrível, então comecei a comprar calças de cós alto, pois eram mais confortáveis e não marcavam tanto o corpo. O problema destas calças agora é que não adianta colocar barrigueira nelas, pois o cós precisa estar abaixo da barriga para adiantar trocar pelo tecido elástico. Então essa tentativa também não deu certo.


A terceira tentativa foi idéia da mãe. Ela viu em uma loja calças com elástico e legs e com bons preços. Então fomos ver. As legs imitam o jeans em azul ou preto, então comprei uma de cada. Vai ser muito útil, pois adoro jeans e assim eu tento esquecer que estou de leg.
As calças jeans também ficaram boas, pois comprei com cós largo, e na altura que começa a ficar apertado eu vou colocar a barrigueira. Estavam realmente em conta, então além do ótimo negócio também foi um problema resolvido.




"Meio resolvido", pois agora preciso achar blusas compridas e casacos compridos (pois dentro da Eletrosul sempre é inverno). Então a tortura não acabou. Quem me conhece, sabe que odeio fazer compras. essa idéia de ficar olhando vitrine, aturando vendedora tentando te empurrar o estoque, vai pro provador, tira roupa, prova roupa, não serve, pede número maior, aí não tem na cor, vai pra próxima, repete tudo. Não tenho paciência pra isso. Faço por obrigação praticamente. Se não precisasse provar, eu compraria pela internet hehehe. Então ainda tenho mais seções de tortura por aí.




quarta-feira, 19 de setembro de 2012

O Parto


Na última consulta, a médica já me perguntou sobre o parto, se eu já estava pensando sobre o assunto. E conversamos sobre isso.
Na verdade ainda não é muito confortável pensar nisso, mas é necessário.
Antes de engravidar eu era totalmente a favor do parto normal, por causa da saúde da criança. Eu tinha a ideia de que o trabalho de parto era uma das atividades necessárias aos bebês (acho que eu li isso em algum lugar), que prevenia contra futuros problemas respíratórios. E também tinha outros fatores, como o pós operatório, que dizem é bem mais tranquilo quando é parto normal. Mas, isso tudo é muito bonito quando se está falando na teoria. Quando agente se imagina na situação, aí o buraco é mais embaixo (literalmente).
Agora que está chegando a hora, por mais que falte ainda um bom tempo, mas agora o relógio está andando e daqui a pouco chegará a hora, começou a me dar certa ansiedade sobre esse assunto. Medo mesmo hehehehe.
E na conversa com a médica, ela me explicou que ela trabalha em 3 maternidades (2 são particulares), e ainda tem os dias que ela está no consultório. Então ela não está disponível 100% do tempo para atender as suas grávidas. Quando se decide por cesariana, ela agenda e então é ela quem realiza o parto. Mas, no caso de um parto normal, fica "na sorte". Se ela estiver atendendo em outra maternidade no momento em que a criança resolve chegar, então ela não poderá realizar o parto, e este será feito pela equipe plantonista do dia.
Como esse é um momento delicado, acho importante ter alguém de confiança na equipe. Então é um fator que vai pesar bastante na hora de eu me decidir.
Tem outros fatores, como a praticidade do agendamento. Saber o dia antecipadamente facilita a vida.
Considerando o trânsito que temos em Florianópolis hoje em dia, me dá medo pensar que a criança pode resolver nascer no final de tarde de uma sexta-feira. Evitar esse tipo de coisa é uma das vantagens da cesária.
Mas ainda não está resolvido, apenas estou com uma tendência para o lado prático da vida.


E sobre a maternidade:

A minha médica trabalha em 2 clínicas particulares, a Santa Helena e a Ilha (antiga Jane). Na ilha eu já estive, pois a Déia teve o Douglas lá, e fiz a cirurgia do meu septo na Jane (que é meio que a mesma coisa que a Ilha), e a Santa Helena conheci quando fui fazer o segundo ultrasom. E no quesito "amor a primeira vista", a primeira ganha. A segunda me passou uma impressão ruim, por mais que muita gente fale bem de lá. Mas, foi a minha impressão. Então um ponto para a Ilha.
Outro fator que é muito importante é a localização. Estamos comprando um apartamento perto da Eletrosul (espero que nos entreguem antes da criança nascer). E a Ilha fica na mesma rua. Então ela estará perto de casa e perto da Eletrosul. A Santa Helena fica no continente (haverá uma ponte entre nós, e pensando novamente no trânsito, pode não ser uma boa escolha). Então a Ilha ganhou mais um pontinho.
Claro que se o apartamento se enrolar, aí a Santa Helena volta a ganhar pontinhos, pois hoje moramos no continente.
Então por enquanto a decisão está pela Ilha, mas tudo ainda pode mudar.

Sobre a data:

A médica me explicou que normalmente uma gravidez dura 40 semanas, então pelo ultrasom o meu prazo encerra em 7/4/13. Explicou também que a partir da 38º semana, o bebê não é mais prematuro, então a partir desta semana já se é seguro nascer. E que, em caso de cesária, ela costuma marcar para 39 semanas, pois a criança já está pronta, e assim não corre o risco de ela resolver nascer e a mãe ter que correr para a maternidade as pressas. É uma espécie de "garantia". 
Durante a conversa, a médica olhou no calendário e viu que 39 semanas fecha no dia 31/3, que é domingo. Olhou um dia depois e perguntou já afirmando "você não vai querer que nasça no dia 1º de abril né?". Então olhou um dia antes e sugeriu dia 30/03/13.
Então ficou "meio" marcado assim: Dia 30/03, cesária, na Maternidade Ilha. Com possibilidades de alterações, pois posso mudar de idéia ainda, e também, como ela explicou, quando estiver perto, agente revê a data.

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Babá Eletrônica

Ganhamos uma babá eletrônica:


Ela era da Déia e estava com a Liege (mãe da Ágata, minha sobrinha mais nova). Já foi bem aproveitada e será novamente.

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Leituras durante a gravidez



Uma das minhas primeiras fontes de informação sobre gravidez foi o blog da Sônia (soedani.blogspot.com). A Sônia é esposa do meu chefe Daniel e eles estão grávidos de uns 7 meses. O blog dela é muito interessante, pois ela também é mãe de primeira viagem e coloca muita informação útil lá. Já aprendi bastante com ela. Foi por causa do blog dela que o Carlão me incentivou a fazer este blog.
A minha outra fonte de informação é um livro. Quem me conhece sabe que eu adoro ler. Então assim que decidi ir atrás de informação, pesquisei livros sobre gravidez e fui até uma livraria. O que eu queria não tinha e a atendente me convenceu a trazer outro, que é o "mais vendido" sobre o assunto: "O que esperar quando você está esperando".


Mas me arrependi. O livro é bom mas é ruim. Tem muita informação interessante e útil. Mas o problema é o "muita". São mais de 700 páginas. E para ajudar, as informações não são colocadas de forma descontraída, então ele é cansativo. Mas, como sou viciada em livro, eu vou vencê-lo. Estou aproveitando a parte boa, que é a informação. Só que vai demorar mais do que eu previa... 700 páginas... E eu só tenho mais 7 meses... além do que esse não é o único livro que quero ler.

O livro que eu fui procurar era esse:


E quando acabar pensei em ver esse:


Mas quando estive lá comprando o primeiro, esse também não tinha, e a atendente me mostrou esse abaixo, mas já estou com medo, pois se o resultado for igual ao primeiro, não vai ser bom.


Hoje procurando as imagens do livro para postar aqui, achei esse abaixo. Do título gostei! Acho bem propício hehehehe



quinta-feira, 13 de setembro de 2012

E o psicológico?

Assim que soube que estava grávida, coisas diferentes começaram a acontecer. As pessoas começaram a me tratar diferente. Não melhor, nem pior, apenas diferente. Era como se não fosse eu. Eu me sentia usando um avatar. Como se estivesse vivendo a vida de outra pessoa. Muito estranho...mas ao mesmo tempo bom.
Essa minha reação é por nunca ter "sonhado" com este momento, não que não quisesse, apenas não era a minha "razão de viver", então não preparei o meu "psicológico". Não ficava me imaginando com um bebê. Acho que desde criança. Depois que larguei as bonecas, minhas aspirações mudaram hehehe.
Eu não costumo pegar bebês no colo. Geralmente só se vê essa cena quando alguém coloca a criança no meu colo ou quando o bebê se joga. É... isso acontece as vezes. Senão, o bebê vai pro colo do Carlão, que se sentia mais a vontade do que eu com essa situação. Agora é comigo né? Então imaginem como é diferente para mim  pensar em tudo isso. Pensando, pensando, se adaptando... era assim que eu estava na primeira semana... é muita coisa pra assimilar... novidades, mudanças, uma vida diferente, expectativas... 
Eu estava realmente muito feliz com tudo isso, mas era algo diferente para mim.
Então quando comecei a me acostumar com a idéia, percebi que não sabia nada sobre o assunto. Eu não sei nem que roupa se usa em uma criança! Só sei que é um pouco menor hehehe. 















Então cheguei a conclusão que precisava de informação. Desde então tenho lido sobre o assunto.